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TRACIONAMENTO ORTODÔNTICO-CIRÚRGICO

O tratamento ortodôntico convencional, em alguns casos, utiliza técnicas cirúrgicas como auxílio para alcançar os objetivos de correção do mau posicionamento dental. Alguns dentes, principalmente caninos e pré-molares, podem ficar retidos dentro do osso e não aparecer (erupcionar) na boca no período correto. Assim pode ser necessário o auxilio do tracionamento para redirecionar a trajetória de erupção e auxiliar na força eruptiva do dente não irrompido ou retidos.
A técnica cirúrgica consiste na remoção de obstruções mecânicas que estejam no trajeto de erupção do dente, através remoção do osso que envolve a coroa do dente e adaptação nela de um dispositivo ortodôntico ligado a um fio de aço. Esse fio fica exposto na boca através da gengiva e preso ao aparelho ortodôntico. Este tratamento possibilita que seja realizado um tracionamento gradativo do dente e uma erupção dental satisfatória, evitando a extração do dente e proporcionando bons resultados na saúde bucal, função mastigatória adequada e estética do sorriso.  Se você apresenta dentes que ainda não apareceram na cavidade bucal, ele pode estar retido.

 

USO DE MINIPLACAS COMO ANCORAGEM ORTODÔNTICA
(DISPOSITIVOS DE ANCORAGEM TEMPORÁRIA)

As miniplacas representam um recurso de grande valia no planejamento em ortodontia, onde o cirurgião bucomaxilofacial com prática na área pode ser um coadjuvante na obtenção de resultados melhores. Em determinadas situações, os dispositivos ortodônticos convencionais, tanto extras como intra orais, podem oferecer limitações e baixa adesão por parte dos pacientes.
Algumas considerações se fazem necessárias para a indicação da miniplaca e não do mini-implante: os miniparafusos, embora sejam menos onerosos e tecnicamente pareçam mais fáceis, representam mais riscos aos dentes e são mais susceptíveis a falhas e insucessos, além de não permitirem movimentos mais complexos. Já as cirurgias com miniplacas, embora possam parecer procedimentos mais invasivos, quando realizadas por cirurgião hábil e com treino, são cirurgias limpas e de baixo índice de morbidade para o paciente, oferecendo maior estabilidade e possibilidade de movimentos ortodônticos mais complexos, com força de 400g contra 250g dos mini-implantes.
Os custos, que já são bem acessíveis, poderiam ser um fator negativo das miniplacas, embora quando computados em casos bem estudados ainda são menores do que os dissabores e reoperações quando da indicação incorreta de mini-implantes. Normalmente essas miniplacas podem ser mantidas pelo paciente de forma satisfatoriamente limpa e, em casos específicos, o ortodontista pode até manuseá-las, curvando-as para melhorar seu posicionamento, sem que sua ancoragem seja comprometida.

O uso da ancoragem esquelética com miniplacas é um recurso promissor: Resolve os efeitos indesejáveis, como falha ou perda de ancoragem, propicia a execução de trabalhos ortodônticos que são tidos como de difícil execução, ou até mesmo insolúveis, como intrusão de molares superiores e verticalização de molares inferiores. A grande vantagem no uso de miniplacas é justamente conseguir a ancoragem máxima e permitir movimentos tridimensionais, antes muito difíceis de serem controlados e executados sem que houvesse perda de ancoragem.

INDICAÇÕES

  • Todos os casos de intrusão de molares superiores e inferiores.
  • Casos de distalização de dentes em massa em arco superior ou inferior (A ancoragem esquelética fica longe das raízes dos dentes, facilitando a movimentação).
  • Casos de distalização de dentes em massa em arco superior ou inferior (A ancoragem esquelética fica longe das raízes dos dentes, facilitando a movimentação).
  • Desinclinações .
  • Ancoragem para realizar giroversões.
  • Ancoragem para movimentações esqueletais.

SÍTIOS DE INSTALAÇÃO

As miniplacas podem ser instaladas na mandíbula com certa facilidade em qualquer região, dependendo da necessidade. Na maxila, a instalação deve preferencialmente ser no pilar zigomático ou na região dos caninos, por oferecerem um osso de melhor qualidade necessário à inserção dos parafusos que fixam as placas.

  • Pilar canino superior
  • Pilar canino inferior
  • Pilar zigomático maxilar
  • Região retromolar mandibular

No entanto, os sítios de instalação devem ser definidos pelo ortodontista e pelo cirurgião, levando-se em conta o movimento ortodôntico proposto. As regiões servem para todas as movimentações, os pilares caninos servem para protração e a área retromolar para retração.

  • UNIDADE PARAGUAÇU
    R. Barão do R. Branco, 349
    (35) 3267-2399

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    R. Santa Cruz 789, S102
    (35) 3015-2516

  • UNIDADE ALFENAS
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